| Dendrobium victoriae-reginae http://hanagoyomi-satellite.blog.so-net.ne.jp/archive/20091213 |
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domingo, 2 de junho de 2013
QUE AZUL LINDO! (Dendrobium victoriae-reginae)
Dendrobium chrysoglossum
| http://akabira-orc.jugem.jp/?cid=7 |
| Dendrobium chrysoglossum 'Marge Soule', CHM / AOS, cresceu Lee Soule, fotografia de direitos autorais, Charles M. Fitch. |
http://hanagoyomi-satellite.blog.so-net.ne.jp/archive/20091213
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Dendrobium pseudoglomeratum é uma espécie surpreendente da Nova Guiné sobre a qual tem havido alguma confusão. É mostrado duas vezes na página 40 do livro de Andree Millar (1978), sob o nome de D. glomeratum e D. chrysoglossum. A confusão sobre as três espécies foi finalmente resolvida por Reeve e Wood (O Orchadian, vol.1, 113), onde D.
pseudoglomeratum foi descrita pela primeira vez.
É uma epífita robusta cujas hastes podem atingir um metro e com leves edemas nas bases do tronco. As folhas verde-escuras finas são produzidas ao longo do comprimento do tronco, e os caules mais velhos são cobertos com bainhas de folhas secas.
As muitas inflorescências são produzidas a partir dos nós de nível superior das hastes mais velhas (arranjado um pouco como D. smillieae ) com os lábios laranja ou vermelho-alaranjado mais alto e as pétalas de rosa suave e sépalas embaixo. Ela pode ser encontrada em floração em qualquer época do ano, e cada descarga dura até dois meses.
É bastante difundida em Papua Nova Guiné e Irian Jaya, onde é encontrada numa gama de 3.400 a 5.500 pés de elevação. Ela difere agudamente de D. glomeratum de três maneiras: ela tem um rostellum triangular, as flores decorrem só da desfolhada e é de muitas flores.
FONTE:
domingo, 26 de maio de 2013
Dendrobium Thyrsiflorum e Stardust yellow
![]() |
| - Dendrobium Stardust |
As suas sépalas e pétalas são na cor amarela bem viva. O labelo é também da mesma cor com estrias avermelhadas. As flores surgem no caule tipo cana, crescendo das axilas das folhas e são bastante numerosas, o tamanho é de aproximadamente 4 cm de lado a lado.
É uma planta de fácil cultivo desde que se lhe ofereça as condições adequadas: clima de temperado a frio. Pode ser cultivada em clima de temperatura um pouco mais elevada, mas, neste caso, a floração não será intensa. Precisa ser regada com freqüência durante a fase de crescimento e ter um inverno frio e seco. A partir de março a rega deve ser reduzida drasticamente para induzir a floração. Precisa de luz muito intensa. A sua floração é na primavera. A sua origem é bem diversa: é formado por: Dendrobium unicum (Tailândia, Laos e Vietnam), D. moniliforme (China, Ilhas Ryukyu, ilhas japonesas e ilhas situadas entre a Corea e o Japão), D. nobile (Sudeste asiático -Nepal, Siklin, Bhutan, Índia, Burmânia, Thalândia, Laos, Vietnam e China), D. aureum (também conhecido como D. heterocarpum, Índia e China, regiões do Himalaia) e D. signatum (Sudeste asiático, Birmânia, Laos e Tailândia).
A espécie predominante neste híbrido é o D. unicum que ocorre em clima quente ou temperado, na faixa de 800 a 1.000m de altitude mas a presença de outras espécies de clima mais frio faz com que ele seja mais adequado a um clima mais ameno para florescer em toda sua potencialidade.
http://muitoalmdasorquideas.blogspot.com.br/2009/07/dendrobium-stardust-yellow.html
- Dendrobium Thyrsiflorum |
CLIMA, TEMPERATURA:
O clima ideal para seu cultivo é ameno/temperado.
Este Dendrobium é originário de regiões com estação de chuva e de estiagem. Saber disso é importante para que possamos tentar fazer o nosso cultivo o mais próximo possível do seu habitat.
Nas épocas de chuva o clima é mais quente, com a temperatura média em torno de 25° C.
Já nas épocas de estiagem, o clima é mais fresco, com temperatura média de 19°C no início do período. Já de em meados ao fim do período de estiagem, as temperaturas são um pouco mais elevadas.
Sua floração acontece no fim do inverno e para florir, ela precisa de uma queda de temperatura nesta estação.
VENTILAÇÃO:
Esta espécie, assim como grande parte do gênero Dendrobium, precisa de muita ventilação.
Algumas vezes é recomendado, inclusive o uso de ventiladores para auxiliar no processo de secagem das raízes.
Algumas vezes é recomendado, inclusive o uso de ventiladores para auxiliar no processo de secagem das raízes.
ÁGUA:
A rega deve ser dividida em duas fases e uma fase preparatória, de acordo com os períodos da planta (crescimento, repouso e início da fase do crescimento).
Fase de crescimento:
Esta fase é marcada pelo surgimento de novos brotos e novas raízes.
Na fase de crescimento, é importante que ele receba generosa quantidade de água no início da manhã, mas que no fim da tarde as raízes já estejam secas ou quase secas. Para isso, você precisa procurar um lugar de boa ventilação ou até mesmo usar um ventilador.
A quantidade de rega é maior nesse período, porque a planta absorve mais água do que no período vegetativo, com isso o substrato secará mais rápido.
A quantidade de rega é maior nesse período, porque a planta absorve mais água do que no período vegetativo, com isso o substrato secará mais rápido.
Atenção! Antes de receber mais água, as raízes precisam estar sem umidade, se estiver com dúvida sobre molhar ou não, é o que eu sempre digo: Deixe mais um dia sem aguar!
Fase de repouso:
Quando os pseudobulbos estão desenvolvidos, entra a fase do repouso, geralmente entre o fim do verão e o outono.
A quantidade de água absorvida será menor do que na fase de crescimento.
Nos primeiros 3 meses do período vegetativo, o ideal é que o vaso fique bem seco até 7 dias após a rega, e que fique seco por alguns dias até que receba água em grande quantidade (para encharcar a planta) novamente.
Passado os 3 meses iniciais do período vegetativo, a água deverá ser cortada, pois ele não suporta raízes molhadas nos dias mais frios do inverno. O máximo é utilizar um pulverizador em dias espaçados.
A quantidade de água absorvida será menor do que na fase de crescimento.
Nos primeiros 3 meses do período vegetativo, o ideal é que o vaso fique bem seco até 7 dias após a rega, e que fique seco por alguns dias até que receba água em grande quantidade (para encharcar a planta) novamente.
Passado os 3 meses iniciais do período vegetativo, a água deverá ser cortada, pois ele não suporta raízes molhadas nos dias mais frios do inverno. O máximo é utilizar um pulverizador em dias espaçados.
Apesar de não receber rega, a umidade do ar deve ser elevada. (entre no site do clima tempo e veja a umidade relativa do ar na sua região, isso ajudará)
Para ajudar a manter a umidade no ambiente de cultivo, você pode manter vasos de bromélias no mesmo local onde seu Dendrobium thyrsiflorum está, e também umedecer o chão.
Inicio da fase de crescimento:
Como ela ficou muito tempo na estiagem, é preciso ter cautela na hora de reintroduzir a rega.
Inicialmente, você irá apenas pulverizar de forma que o substrato fique levemente úmido, sem encharcá-lo.
Quando as raízes estiverem desenvolvidas, você pode passar a dar água abundante (nos cuidados da fase de crescimento - descrita acima).
UMIDADE:
Na região de onde é originário, este Dendrobium recebe bastante umidade.
Nos períodos de chuva de 70 a 80%, ou seja, alta umidade do ar.
Mesmo nos períodos de estiagem (sem chuva e clima mais frio), a umidade ainda é bem elevada, em torno de 50 a 60%.
Nos períodos de chuva de 70 a 80%, ou seja, alta umidade do ar.
Mesmo nos períodos de estiagem (sem chuva e clima mais frio), a umidade ainda é bem elevada, em torno de 50 a 60%.
Por isso, quando retirarmos a rega, é importante manter uma ótima umidade do ar!
Na fase de crescimento devemos aumentar bem a umidade do ar, para isso, você pode usar a minha dica de como aumentar a umidade do ar.
ADUBAÇÃO:
A adubação deve ser frequente nos meses de crescimento.
LUMINOSIDADE (LUZ NATURAL):
Na fase de crescimento, precisam de bastante luz, mas, eu não indico o sol direto no exemplar. O ideal é que estejam em local com muita luminosidade natural, mas sem exposição aos raios solares.
LOCAL DE CULTIVO E SUBSTRATO:
O Dendrobium thyrsiflorum pode ser cultivado em árvores, placas, vasos de barro e até cachepôs.
O ideal é que quando cultivado em vaso, o substrato seja grosso para facilitar a aeração, ou seja, ele deve permitir a secagem o mais rápido possível, evitando que as raízes fiquem úmidas por muito tempo.
As raízes precisam se secar rapidamente e completamente entre as regas!
As raízes precisam se secar rapidamente e completamente entre as regas!
FASES:
Nem toda espécia de Dendrobium apresenta período de repouso definido, mas esse é o caso do Dendrobium thyrsiflorum e outros (Den. acinaciforme, aduncum, amoenum, aphyllum ou pierardii, chysotoxum, densoflorum, draconis, aggregatum ou lindley, nobile, pendulum ou crassinode...).
O período de repouso é essencial para essas espécies, pois é nele que acontece a formação dos botões florais.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
PARA AS PESSOAS QUE ESTÃO SE INICIANDO NA ORQUIDOFILIA.
Dendrobium thyrsiflorum |
| By I, KENPEI, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=6624272 |
OS TIPOS DE ORQUÍDEA
No total são 50 mil espécies desta flor tão estimada ao redor do mundo, sendo que 20 mil são plantas naturais, ou seja, podem ser encontradas na natureza e as restantes foram produzidas em laboratório através do cruzamento de diversas espécies.
Nosso país é um dos mais ricos em orquídeas, com cerca de 3,5 mil espécies naturais. No entanto, especialistas estimam que muitas outras espécies ainda não foram descobertas, principalmente na região Amazônica, ainda pouco explorada. A característica mais admirada nessas flores é a variedade de cores que apresenta, e que é sua principal arma para se reproduzir: o intenso colorido faz com que mais pássaros e insetos, inclusive beija-flores, polinizem a planta.
UTILIDADES DA ORQUÍDEA
A orquídea é usada principalmente como flor ornamental, enfeitando grandes orquidários ou então solitária ou em arranjos florais para ornamentar eventos ou recintos. Mas não é o único uso da flor, que também é empregada como condimento. Um exemplo é a Vanilla, gênero que contempla várias espécies da onde se retira a baunilha. Outros gêneros podem ser utilizados como essência para a fabricação de perfumes e até de remédios naturais – a espécie Cyrtopodium é usada para fabricação de um cicatrizante natural.
OS QUATRO PRINCIPAIS GÊNEROS
O gênero Dendrobium é um dos maiores da família Orquidácea, só perdendo para o gênero Bulbophyllum.
O número de espécies que ele contém não é muito preciso. Muitos botânicos dizem que é de, pelo menos, 1000, enquanto outros acham que é de mais de 1400.
O número de espécies que ele contém não é muito preciso. Muitos botânicos dizem que é de, pelo menos, 1000, enquanto outros acham que é de mais de 1400.
O gênero é tão grande que se pensa em dividi-lo em gêneros menores, mas os taxonomistas não deram sua aprovação. Em vez disso, ele é dividido em seções.
Originalmente do Sudeste da Ásia, o Dendrobium tem uma vasta distribuição: das ilhas do Pacífico ao Himalaia, incluindo Burma, Malásia, Sul da China, Tailândia, Japão, Filipinas, Austrália e Nova Zelândia. Em especial está a Papua Nova Guiné, onde há uma grande quantidade de Dendrobium diferentes.
A grande maioria dos Dendrobium é de plantas epífitas. Umas poucas foram encontradas em rochas e outras, em ainda menor número, são terrestres, por isso Olaf Swartz, que estabeleceu o gênero em 1799, deu-lhe o nome “Dendrobium”, do grego“dendros” = árvore e “bios” = vida ou, em outras palavras, “planta vivendo nas árvores”.
Adaptado a um vasto número de diferentes “habitats”, os Dendrobium variam consideravelmente em sua estrutura. As folhas variam em tamanho, de minúsculas a muito grandes, cilíndricas, suculentas, persistentes ou decíduas, longas, estreitas ou largas, com formas curiosas e numa grande variedade de tons de verde. Umas poucas têm pelos. Os pseudobulbos podem ser ovoides, fusiformes, lisos ou com nós salientes, na forma de canas longas, macias ou duras, pendentes ou eretas. Há plantas com pseudobulbos mínimos, com cerca de 1 cm (Den. delicatum, Den. awesii) e outros que chegam a 5 metros.
O Dendrobium é planta simpodial, geralmente com um rizoma do qual novos pseudobulbos ou novas raízes se desenvolvem cada ano.
As flores são muito variáveis em forma, textura, duração e em grande parte são grandes e coloridas. Quase todas as cores podem ser encontradas nesse gênero, exceto, talvez, o azul, sendo que algumas cores contrastantes numa única flor, o que a torna espetacular.
Há flores que duram menos que um dia e outras que duram muitos meses, como é o caso do Dendrobium cuthbertsonii, que chegam a durar 9 meses. A maioria tem flores que duram de 2 a 3 semanas. Em poucas plantas as flores são solitárias, mas na maioria elas são em cachos.
Os Dendrobium são as orquídeas mais floríferas na natureza e também em cultivos com boas condições, o que os fazem mais atrativos e dos mais populares mundialmente. Cada ano mais pessoas se tornam conhecedoras da beleza dos Dendrobium. É natural, então, que muitos hibridadores tenham se concentrado grandemente nesse gênero.
Em muitos casos os híbridos são um melhoramento das espécies e os híbridos modernos são mais fáceis de cultivar do que as espécies colhidas nos seus habitats.
Há Dendrobium em todos os tipos de climas: frio, temperado, quente úmido e quente seco e embora sejam extremamente diferentes, na maioria dos Dendrobium, as necessidades são as mesmas.
Há Dendrobium em todos os tipos de climas: frio, temperado, quente úmido e quente seco e embora sejam extremamente diferentes, na maioria dos Dendrobium, as necessidades são as mesmas.
Sobre o cultivo dos Dendrobium:
LUZ:
Quase todos gostam de luz natural intensa para que desenvolvam pseudobulbos saudáveis, mas deve ser evitado o sol forte direto, que pode queimar suas folhas. Esse tipo de luz, entretanto, não é necessário o ano todo, mas sim no período de crescimento ativo. Por causa disso é difícil criar Dendrobium dentro de casa ou sob luz artificial.
TEMPERATURA:
Conforme foi dito, há Dendrobium para quase todas as condições de temperatura e por causa de suas necessidades especiais, em termos de água e calor, é possível dividir o gênero em seis grupos de cultivo, que serão considerados mais adiante.
UMIDADE E REGA:
Durante seu período de crescimento, o Dendrobium necessita de regas abundantes, particularmente no verão. Entre uma rega e outra é importante deixar o substrato secar quase completamente. Boa ventilação e a boa secagem das raízes entre as regas são absolutamente essenciais, senão a função respiratória da planta, da qual as raízes são responsáveis, fica seriamente comprometida.
No verão a freqüência das regas é de uma vez a cada dois ou três dias. No outono e no inverno, há duas situações a considerar:
Dendrobium com folhas persistentes: deve ser dada uma quantidade de água que evite os pseudobulbos murchar (+/- uma vez por semana).
Já plantas com folhas decíduas: não deve ser regado, a não ser muito espaçadamente, para evitar que ele seque demais.
O nível de umidade deve ser 60-70% durante o crescimento e ele pode ser reduzido grandemente no período de repouso.
ADUBAÇÃO:
O Dendrobium em geral necessita de muita adubação e isso deve ser feito no mínimo duas vezes por mês no verão e enquanto está crescendo, com um fertilizante do tipo NPK 30-10-10 ou 20-20-20 e no fim do verão e no outono um fertilizante com mais fósforo (P) para prepará-lo para a floração. Exceção a essa regra geral são as espécies de grande altitude da Nova Guiné, que necessitam bem pouca adubação.
Nunca se deve esquecer-se de molhar o substrato antes de aplicar o fertilizante. Os livros aconselham que durante o período de repouso não se deve adubar os Dendrobium, mas há orquidófilos que usam adubo nessa época, porém em menos quantidade.
REPLANTIO E SUBSTRATO:
Replantar é um aspecto importante no cultivo dos Dendrobium.
Eles devem ficar firmes no vaso, com algum suporte. Plantas frouxas nunca se desenvolvem. O vaso deve ser tão pequeno quanto possível, proporcional ao tamanho das raízes.
Um vaso pequeno garante uma melhor drenagem e a secagem das raízes entre as regas. Sob essas condições o substrato se decompõe muito mais devagar e o replante, que é um evento dramático para o Dendrobium, somente será feito a cada três ou quatro anos. Esse intervalo ajuda a produzir raízes vigorosas, o que não seria o caso se replantado anualmente.
O problema do equilíbrio que surge com plantas longas num vaso pequeno, pode ser resolvido colocando o vaso pequeno dentro de um maior e entre eles pedras ou então dependurando o vaso.
O vaso dependurado é ideal para cultivar Dendrobium pendentes e mais, essa solução beneficia a planta com mais calor e luz, melhora a drenagem e concorre para seu melhor crescimento. Vasos com aberturas no fundo e na lateral arejam o substrato e o seca mais rapidamente.
Muitos orquidófilos usam casca de árvores ou troncos para amarrar os Dendrobium, criando condições parecidas com as do habitat.
O momento ideal para o replantio é quando as raízes começam a crescer, o que acontece com os Dendrobium na primavera. É um erro grande replantar quando a orquídea está em repouso, o que pode ocasionar a sua morte.
Algumas precauções a serem a serem observadas:
Não regar por uma ou duas semanas, mantendo a planta na sombra, onde não seja muito quente.
Deve-se usar um spray na folhagem para evitar ressecamento.
O tipo de substrato varia consideravelmente: coco, pedaços de casca de pinho, etc.
Não se deve usar asfágno ou outro substrato que retenha muita água.
PROPAGAÇÃO:
As espécies de Dendrobium são facilmente reproduzidas através das sementes. Também através de meristema ou outras técnicas de cultura de tecidos.
Um método extremamente fácil e bem popular de propagação é através dos keikis, pequenas plantas que se desenvolvem em pseudobulbos, tipo canas antigas, que devem ser destacados quando tiverem dois ou três pseudobulbos e raízes de 5 a 10 cm. Essas mudas são idênticas à planta mãe.
A divisão das plantas, ao replantar, não é um bom método de reprodução. Se a divisão é feita com um rizoma muito curto, o choque da planta pode ser muito grande. A tendência moderna é replantar e deixar um intervalo de umas três semanas antes de fazer a divisão no próprio vaso e não regar dentro de uma semana.
Como em todas as orquídeas simpodiais, a regra dos três pseudobulbos deve ser seguida. Isto produz um melhor efeito estético e as flores serão de melhor qualidade.
O corte de pseudobulbos é outro método de reprodução. É possível cortar um pseudobulbo velho em 10 ou mais peças, cada uma possuindo entrenós. Coloque-os num meio úmido e morno como em areia ou asfágno. Em poucas semanas algumas plantinhas aparecem, tipo keikis, que podem ser plantados mais tarde.
GRUPOS DE CULTIVO:
Levando em conta suas necessidades em termos de rega e temperatura, os Dendrobium podem ser divididos em seis grupos de cultivo:
Grupo I:
É o dos Dendrobium de folhas decíduas, que devem ser mantidos numa temperatura intermediária ou quente na primavera e verão e fria no inverno. Enquanto em crescimento as plantas devem ser regadas e adubadas generosamente e ter bastante luz, enquanto no inverno a rega deve ser totalmente suspensa e a adubação interrompida, mantendo bastante luz. Se não tiverem esse tratamento no inverno, eles não vão florir propriamente e, no lugar de flores, eles produzirão keikis. As principais espécies nesse grupo são: Den. nobile, Den. chrysanthum e Den. wardianum.
Grupo II:
É o dos Dendrobium de folhas decíduas e que devem ser mantidos numa temperatura quente o ano todo e mantido seco no período de repouso no inverno, apenas tendo alguma rega leve para os pseudobulbos não murcharem.
Rega e adubação devem ser abundantes no verão e interrompidas no inverno.
Apesar de sua necessidade de luz, esses são os únicos Dendrobiumque tem alguma chance de se adaptar dentro de casa.
As principais espécies desse grupo são: Den. anosmum ousuperbum, Den. findlayanum, Den. heterocarpum ou aureum,Den. parishii, Den. pierardi e Den. aggregatum (incluído neste grupo apesar de ter folhas persistentes).
É o dos Dendrobium de folhas decíduas e que devem ser mantidos numa temperatura quente o ano todo e mantido seco no período de repouso no inverno, apenas tendo alguma rega leve para os pseudobulbos não murcharem.
Rega e adubação devem ser abundantes no verão e interrompidas no inverno.
Apesar de sua necessidade de luz, esses são os únicos Dendrobiumque tem alguma chance de se adaptar dentro de casa.
As principais espécies desse grupo são: Den. anosmum ousuperbum, Den. findlayanum, Den. heterocarpum ou aureum,Den. parishii, Den. pierardi e Den. aggregatum (incluído neste grupo apesar de ter folhas persistentes).
Grupo III:
É o dos Dendrobium de folhas persistentes e que devem ser cultivados como os do Grupo I, mantidos na temperatura intermediária ou quente no verão e fria no inverno. Entretanto, devido ao fato de terem folhas persistentes, eles não precisam de um período seco no inverno, somente regas menos freqüentes neste período, por causa da evaporação mínima e da diminuição do metabolismo da planta. Rega e adubação devem ser abundantes no verão.
As principais espécies são: Den. densiflorum, Den. farmeri, Den. fimbriatum, Den. moschatum e Den. thyrsiflorum.
É o dos Dendrobium de folhas persistentes e que devem ser cultivados como os do Grupo I, mantidos na temperatura intermediária ou quente no verão e fria no inverno. Entretanto, devido ao fato de terem folhas persistentes, eles não precisam de um período seco no inverno, somente regas menos freqüentes neste período, por causa da evaporação mínima e da diminuição do metabolismo da planta. Rega e adubação devem ser abundantes no verão.
As principais espécies são: Den. densiflorum, Den. farmeri, Den. fimbriatum, Den. moschatum e Den. thyrsiflorum.
Grupo IV:
É o dos Dendrobium de folhas persistentes, mas, na maioria, plantas de altitude alta que devem ser cultivadas o ano todo em temperatura fria, com boa luminosidade. A temperatura noturna não deve cair abaixo de 12 graus centígrados no inverno e 15 graus no verão.
A rega deve ser suspensa por um breve período de cerca de três semanas após a fase de crescimento, isto é, no começo do outono.
Incluídos neste grupo estão os Dendrobium da seção formosae, que são os que têm pelos negros. São eles: Den. dearei, Den. formosum, Den. lyonii, Den. infundibulum, Den. macrophylum, Den. sanderae e Den. schwetzei e outros da seção Pycnostachya: Den. secundum, Den. pseudoagylome, Den. victoriae-reginae, Den. bracteosum e Den. smillieae.
É o dos Dendrobium de folhas persistentes, mas, na maioria, plantas de altitude alta que devem ser cultivadas o ano todo em temperatura fria, com boa luminosidade. A temperatura noturna não deve cair abaixo de 12 graus centígrados no inverno e 15 graus no verão.
A rega deve ser suspensa por um breve período de cerca de três semanas após a fase de crescimento, isto é, no começo do outono.
Incluídos neste grupo estão os Dendrobium da seção formosae, que são os que têm pelos negros. São eles: Den. dearei, Den. formosum, Den. lyonii, Den. infundibulum, Den. macrophylum, Den. sanderae e Den. schwetzei e outros da seção Pycnostachya: Den. secundum, Den. pseudoagylome, Den. victoriae-reginae, Den. bracteosum e Den. smillieae.
Grupo V:
É o dos Dendrobium de folhas persistentes, tendo necessidades semelhantes às do grupo IV, mas são cultivados em temperaturas mais altas, isto é, em temperatura intermediária, nunca abaixo de 15 graus centígrados.
Muito orquidófilos não proporcionam período de repouso a este grupo, mas as opiniões variam e outros dão cerca de três semanas após o período de crescimento, com bons resultados aparentemente.
Este grupo inclui os conhecidos como Dendrobium antílope, em referência às pétalas laterais torcidas. As principais espécies são:Den. taurinum, Den. undulatum, Den. veratrifolium, Den. gouldii eDen. stratiotes.
Grupo VI:
É o dos Dendrobium de folhas persistentes, mas que devem ser mantidos em temperatura quente. A temperatura noturna, nunca abaixo de 15 graus centígrados no inverno e abaixo de 17 no verão. Gostam de luz intensa, mas os híbridos de Dendrobium phalaenopsis crescem em condições de pouca luz.
A redução de regas após o período de crescimento é necessária para a boa formação da inflorescência. A água deve ser abundante quando a floração começa e diminuída outra vez até o aparecimento de novos brotos. É essencial usar a água em spray durante esses períodos de racionamento de água.
Estão incluídos neste grupo: Den. phalaenopsis (também híbridos),Den. bigibbum e Den. superbiens (híbrido natural entre Den. bigibbum e Den. discolor).
É o dos Dendrobium de folhas persistentes, mas que devem ser mantidos em temperatura quente. A temperatura noturna, nunca abaixo de 15 graus centígrados no inverno e abaixo de 17 no verão. Gostam de luz intensa, mas os híbridos de Dendrobium phalaenopsis crescem em condições de pouca luz.
A redução de regas após o período de crescimento é necessária para a boa formação da inflorescência. A água deve ser abundante quando a floração começa e diminuída outra vez até o aparecimento de novos brotos. É essencial usar a água em spray durante esses períodos de racionamento de água.
Estão incluídos neste grupo: Den. phalaenopsis (também híbridos),Den. bigibbum e Den. superbiens (híbrido natural entre Den. bigibbum e Den. discolor).
Fontes:
www.delfinadearaujo.com"Copyright © 1996-1999 Sergio Araujo Fotografia S/C Ltda. Todos os direitos reservados. Protegido pela lei de direito autoral do Brasil e por tratados internacionais."
http://meioambiente.culturamix.com/natureza/os-principais-tipos-de-orquideas
| By Chhe (talk) - Own work (Original text: I created this work entirely by myself.), Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=8929307 |

Dendrobium secundum var. album. Smithsonian Gardens Orchid Collection, photo by James Osen.
Dendrobium secundum
http://www.assope.com.br/?attachment_id=1747
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| Dendrobium secundum Dendrobium gouldii
http://orchids.wikia.com/wiki/Dendrobium_gouldii?file=Dendrobium_gouldii.jpg
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Dendrobium phalaenopsis
Link to image: https://toptropicals.com/pics/garden/04/4500/4332.jpg

Link to image: https://toptropicals.com/pics/garden/04/4500/4332.jpg
D
Por Arad - Obra do próprio, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=2184627
Paphiopedilum
É o gênero mais caro por ser o mais apreciado pelos especialistas da planta, denominados “orquidófilos”. Uma planta dessas pode chegar a até 40 mil reais durante os concursos internacionais promovidos por orquidófilos. O mais interessante é que a maioria das espécies que compõe esse gênero (são 80 no total) não produz flores tão belas quanto os outros gêneros, sendo comumente admiradas apenas por quem entende da classificação, cuidados e outros detalhes da flor.
As espécies do género Paphiopedilum caracterizam-se por um labelo que se assemelha a uma taça ou saco, com uma sépala dorsal proeminente. São principalmente terrestres, no entanto algumas são epífitas ou litófitas. Têm tamanho moderado, com folhas rígidas, cerosas ou coriáceas, de verde brilhante ou em mosaico.
As folhas alongadas saem da base da planta e formam um leque, também conhecido como fascículo. As flores apresentam forma característica: as sépalas laterais estão fundidas formando estrutura oculta por detrás do labelo em forma de saco. A sépala dorsal é normalmente grande. As pétalas laterais podem ser curtas arredondadas ou largas e contorcionadas, por vezes decoradas com pelos ou verrugas.
A característica mais distintiva deste género é o estaminódio em forma de placa, no centro da flor
O género Paphiopedilum está dividido em vários subgéneros e estes em secções e subsecções.
- Subgénero: Parvisepalum
- Subgénero: Brachypetalum
- Subgénero: Polyantha
- secção: Mastigopetalum
- secção: Polyantha
- secção: Mystropetalum
- secção: Stictopetalum
- secção: Paphiopedilum
- secção: Seratopetalum
- secção: Cymatopetalum
- secção: Thiopetalum
- Subgénero: Sigmatopetalum
- secção: Spathopetalum
- subsecção: Macronidium
- subsecção: Spathopetalum
- secção: Blepharopetalum
- secção: Mastersianum
- secção: Punctatum
- secção: Barbata
- subsecção: Lorapetalum
- subsecção: Chloroneura
- secção: Planipetalum
- secção: Venustum
- Subgénero: Cochlopetalum
Híbridos naturais
- Paphiopedilum × affine ( P. appletonianum × P. villosum)
- Paphiopedilum × areeanum(P. barbigerum × P. villosum var. annamense)
- Paphiopedilum × burbidgei (P. dayanum × P. javanicum var. virens)
- Paphiopedilum × dalatense (P. callosum × P. villosum var. annamense)
- Paphiopedilum × dixlerianum (P. callosum × P. wardii)
- Paphiopedilum × expansum ( P. hennisianum × P. philippinense)
- Paphiopedilum × fanaticum (P. malipoense × P. micranthum)
- Paphiopedilum × frankeanum (P. superbiens × P. tonsum)
- Paphiopedilum × grussianum (P. dianthum × P. hirsutissimum var. esquirolei)
- Paphiopedilum × herrmannii (P. helenae × P. hirsutissimum var. esquirolei)
- Paphiopedilum × kimballianum (P. dayanum × P. rothschildianum)
- Paphiopedilum × littleanum (P. dayanum × P. lawrenceanum)
- Paphiopedilum × mattesii (P. barbatum × P. bullenianum)
- Paphiopedilum × Pereirae (P. exul × P. niveum)
- Paphiopedilum × Petchleungianum (P. dianthum × P. villosum)
- Paphiopedilum × Powellii (P. callosum × P. exul)
- Paphiopedilum × Pradhanii (P. fairrieanum × P. venustum)
- Paphiopedilum × shipwayae (P. dayanum × P. hookerae)
- Paphiopedilum × siamense (P. appletonianum × P. callosum)
- Paphiopedilum × spicerovenustum (P. spiceranum × P. venustum)
- Paphiopedilum × venustoinsigne (P. insigne × P. venustum)
- Paphiopedilum × vietenryanum (P. gratrixianum × P. henryanu
-
Por Orchi - Fotografia própria, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=194366

http://perfildaplanta.blogspot.com.br/2010/06/paphiopedilum-x-leeanum-veitch-1884.html

Paphiopedilum barbatum x callosum 'Jac'
- secção: Mastigopetalum
- secção: Polyantha
- secção: Mystropetalum
- secção: Stictopetalum
- secção: Paphiopedilum
- secção: Seratopetalum
- secção: Cymatopetalum
- secção: Thiopetalum
- secção: Spathopetalum
- subsecção: Macronidium
- subsecção: Spathopetalum
- secção: Blepharopetalum
- secção: Mastersianum
- secção: Punctatum
- secção: Barbata
- subsecção: Lorapetalum
- subsecção: Chloroneura
- secção: Planipetalum
- secção: Venustum
Híbridos naturais
- Paphiopedilum × affine ( P. appletonianum × P. villosum)
- Paphiopedilum × areeanum(P. barbigerum × P. villosum var. annamense)
- Paphiopedilum × burbidgei (P. dayanum × P. javanicum var. virens)
- Paphiopedilum × dalatense (P. callosum × P. villosum var. annamense)
- Paphiopedilum × dixlerianum (P. callosum × P. wardii)
- Paphiopedilum × expansum ( P. hennisianum × P. philippinense)
- Paphiopedilum × fanaticum (P. malipoense × P. micranthum)
- Paphiopedilum × frankeanum (P. superbiens × P. tonsum)
- Paphiopedilum × grussianum (P. dianthum × P. hirsutissimum var. esquirolei)
- Paphiopedilum × herrmannii (P. helenae × P. hirsutissimum var. esquirolei)
- Paphiopedilum × kimballianum (P. dayanum × P. rothschildianum)
- Paphiopedilum × littleanum (P. dayanum × P. lawrenceanum)
- Paphiopedilum × mattesii (P. barbatum × P. bullenianum)
- Paphiopedilum × Pereirae (P. exul × P. niveum)
- Paphiopedilum × Petchleungianum (P. dianthum × P. villosum)
- Paphiopedilum × Powellii (P. callosum × P. exul)
- Paphiopedilum × Pradhanii (P. fairrieanum × P. venustum)
- Paphiopedilum × shipwayae (P. dayanum × P. hookerae)
- Paphiopedilum × siamense (P. appletonianum × P. callosum)
- Paphiopedilum × spicerovenustum (P. spiceranum × P. venustum)
- Paphiopedilum × venustoinsigne (P. insigne × P. venustum)
- Paphiopedilum × vietenryanum (P. gratrixianum × P. henryanu

- Por Orchi - Fotografia própria, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=194366
Paphiopedilum barbatum x callosum 'Jac'
![]() |
| http://perfildaplanta.blogspot.com.br/2010/06/paphiopedilum-x-leeanum-veitch-1884.html |
| Paphiopedilum concolor |
Cattleya
As plantas que representam este gênero possuem flores grandes, que podem chegar a até 20 centímetros de diâmetro. As cores mais abundantes em suas pétalas são o branco, o rosa e o amarelo. Embora só floresça uma vez ao ano (como a maioria das orquídeas) a flor costuma durar cerca de 15 dias, o que é um tempo considerado longo pelos especialistas.
Ver mais informações no link: http://orquidario-dos-oliveira.blogspot.com.br/2012/11/genero-cattleya.html
Por Dalton Holland Baptista - http://en.citizendium.org/wiki/Image:Cattleya_labiata_rubra_schuller.jpg, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=7218513

Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=168937
Vanilla
É o gênero que compreende as orquídeas da onde se extrai a baunilha. Este fruto é retirado de vagens, e o natural é bem mais suave do que o vendido nos mercados que costuma ser artificial. O Brasil possui vários exemplares deste tipo, que originalmente é da América Central.
Grande parte das pessoas conhece a baunilha e gosta de seu aroma e sabor, mas muitos desconhecem que a essência natural da baunilha é extraída de uma orquídea. É comum o hábito de preparar chocolates, sorvetes e sobremesas usando a baunilha para dar o sabor e perfume.
Para se obter a vanilina, o princípio ativo da baunilha, suas vagens precisam passar por um processo bastante longo, primeiro devem ficar amadurecendo durante muitos meses antes de serem colhidas. O processo propriamente dito para ressaltar o seu perfume envolve muitas manipulações: calor inicial, secagem ao sol, ser curada na sombra, seleção e empacotamento.
Atualmente são descritas mais de 50 espécies (alguns livros citam entre 65 e 100) e as espécies mais usadas para fins comerciais são as espécies americanas (Vanilla planifolia e V. pompona) e a espécie taitiana (V. tahitensis). A Vanilla planifolia é a principal fonte natural de baunilha. Já a Vanilla pompona é considerada uma fonte de qualidade inferior. Segundo Hoehne, a Vanilla trigonocarpa é também uma das melhores produtoras de baunilha.
Existem referências a ela na descoberta da América, mas já fazia parte do dia-a-dia da civilização pré-colombiana. Ela é, na verdade, uma das plantas usadas desde os tempos imemoriais pelas civilizações Maia e Azteca, mas era especialmente utilizada pelos aztecas mexicanos para dar sabor e aroma a bebidas feitas a partir do cacau, uma outra de suas descobertas.
Durante a conquista do México, quando Cortez visitou a corte de Montezuma, em 1520 ou 1540, ele tomou conhecimento de que o imperador azteca só tomava uma bebida chamada "chocolatl" que lhe era servida em taças douradas com colheres de ouro ou de tartaruga. Dizia-se também que ele tomava esta bebida antes de visitar suas esposas.
O sabor era acentuado pela baunilha que os astecas chamavam de tlilxochitl, que significava "flor negra", mais apropriadamente aplicável ao fruto (vagem madura). A essência usada era obtida através da fermentação dos frutos da orquídea posteriormente chamada Vanilla. Sua reputação afrodisíaca acompanhou-a nos diversos países onde ela foi introduzida. No início do século XVIII, na Europa, era costume aconselhar os jovens maridos a tomarem bebidas feitas com a Vanilla. Na corte do Rei Luiz XV adotou-se o costume de ressaltar o sabor do chocolate acrescentando a baunilha e o âmbar.
No final do século XIX, o princípio ativo da baunilha foi identificado e produzido artificialmente e a extração natural do princípio ativo foi substituída em muitos casos pela produção artificial. No entanto, sendo o produto natural o resultado de uma combinação complexa de muitas substâncias, tem uma qualidade nitidamente superior e, por esta razão, estas plantas continuam a ser cultivadas em alguns países tropicais.
A maior parte da produção comercializada vem do México e das Ilhas de Madagascar e Comore e na falta de seus polinizadores naturais (insetos existentes em seu habitat de origem), a Vanilla precisa ser polinizada manualmente.
As espécies mais longas atingem 30 metros ou mais de comprimento. São plantas terrestres ou humícolas e facilmente reconhecidas pelo seu hábito monopodial de trepadeira com raízes adventícias e flores relativamente grandes. Com exceção de uma espécie, todas são escandentes. Devido a este tipo de crescimento, todas as espécies precisam de um suporte onde seu caule possa se agarrar, como elas fazem na natureza ao aderir suas raízes às árvores. Quando elevadas, elas deixam seus ramos pendentes e assim florescem.
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Vanillas não possuem pseudobulbo e suas folhas são coriáceas, verde-escuros, alternadas, algumas vezes reduzida simplesmente a vestígios e ocasionalmente ausentes. Opostas às folhas, em cada nó, nascem uma ou mais raízes aéreas, razoavelmente grossas. As flores, com bastante substância e razoavelmente grandes, são produzidas a partir das axilas das folhas ou dos vestígios delas. Elas podem ser muitas ou poucas, nascendo de rácimos muito pequenos que por sua vez produzem poucas flores. São flores vistosas mas, em quase todas as espécies, são de curta duração e produzidas em sucessão.
Uma grande dificuldade no seu cultivo destinado à obtenção da vanilina é justamente a necessidade de se fazer a polinização manual principalmente por causa da curta duração de suas flores fazendo com que esta polinização tenha que ser feita dentro de um período muito curto, até mesmo de horas.
Ainda hoje seu cultivo é considerado difícil. São plantas que precisam de luminosidade intensa, umidade constante e freqüentes doses de fertilizantes. A rega deve ser regularmente mantida durante o ano todo, não havendo período de repouso muito marcado. Ao seu substrato (do tipo terrestre) pode-se acrescentar terra arenosa e detritos vegetais.
| http://historiaecozinha.blogspot.com.br/ |
| Flores da Vanilla |
Extrato de baunilha![]() |
| Vagens da vanilla |
FONTES:
http://meioambiente.culturamix.com/natureza/os-principais-tipos-de-orquideas
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paphiopedilum
http://orquideassoltas.blogspot.com.br/2011/06/paphiopedilum-barbatum-x-callosum-jac.html
www.delfinadearaujo.com
"Copyright © 1996-1999 Sergio Araujo Fotografia S/C Ltda. Todos os direitos reservados. Protegido pela lei de direito autoral do Brasil e por tratados internacionais."
http://www.orquideana.com.br/vanilla.html"Copyright © 1996-1999 Sergio Araujo Fotografia S/C Ltda. Todos os direitos reservados. Protegido pela lei de direito autoral do Brasil e por tratados internacionais."
http://meioambiente.culturamix.com/natureza/os-principais-tipos-de-orquideas
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