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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

NIGRITELLA NIGRA




                                               By Photo2222 - Own work, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=2396007




                                               By Bernd Haynold - Own work, CC BY 2.5, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=56141



É uma planta herbácea com uma altura máxima de 20 cm. É uma orquídea terrestre, ao contrário de outras espécies , não é " epífita ", ou seja, não utiliza outras plantas de maiores proporções como suporte,


Cada província na Suécia tem símbolos associados a eles e a flor provincial de Jämtland é uma orquídea extremamente rara, a brunkulla ( G. nigra ) também denominada N. nigra, uma orquídea que é comum na província e alguns outros lugares no centro da Escandinávia.


https://it.wikipedia.org/wiki/Nigritella_nigra
https://en.wikipedia.org/wiki/Gymnadenia_nigra

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

ORQUÍDEAS TERRESTRES


Orchis papilionacea heroica. Grazalema


ORQUÍDEAS TERRESTRES

São as que vivem no solo como plantas comuns. Geralmente, estas orquídeas possuem dois tubérculos subterrâneos.

Crescem no solo, vivendo nas matas, cuja terra é rica em material de folhas decompostas.
Possuem raízes pilosas e grossas.

Em relação às orquídeas epífitas, as terrestres estão em pouca quantidade e a sua grande maioria estão em outros países.
Veja alguns exemplos de orquídeas terrestres:








ARUNDINA BAMBUSIFOLIA (ORQUÍDEA BAMBU)

Espécie terrestre de porte alto, com caules eretos e delgados de até 2,5m de altura. Folhas de 20 cm de comprimento, escapos florais que surgem no   ápice dos caules, com duas ou três flores, que se abrem uma após a outra.
As flores duram poucos dias e florescem o ano todo, podendo ser cultivada em pleno sol.

Podem propagar brotos aéreos, que saem das extremidade dos pseudobulbos.
Procede da Indonésia, Java, Malásia, Tailândia e Nepal.
Conhecida como orquídea bambu. É a mais popular e mais comum aqui no Brasil e é bastante usada em paisagismo.


A tribo Polychondreae tem políneas de consistência granulosa facilmente divisíveis, e possuem 23 subtribos (poucas espécies ornamentais, entre elas as Cleites, as Vanillas e às Sobralias). A maioria das orquídeas destas subtribos é de ervas terrestres, raramente epífitas e não possuem pseudobulbos, nem folhas carnosas.



PHAIUS TANKERVILLEAE


Nome Técnico:
Phaius tankervilleae (Banks ex L’Heritage) Blume

Syn.: Phaius grandiflorus Lour
Nomes Populares :
freirinha, capuz-de-freira

Família :
Família Orchidaceae

Origem:
Originária da Índia, Sri Lanka e Malásia


Descrição:
Pequena orquídea com sépalas e pétalas cor de chocolate com estrias mais claras e labelo branco com manchas em púrpura e o fundo creme.

As flores se apresentam em grande números, cerca de 25 em inflorescência longa, até quase 1,0 m, tipo espiga ereta.
Suas folhas são grandes frisadas e de consistência mais fina que o comum das orquídeas.
Seu crescimento é do tipo monopodial. Florescimento na primavera.

Modo de Cultivo :
Em seu local de origem é encontrada nas matas, no chão, crescendo sobre composto natural de folhas mortas em locais mais úmidos, porém com grande luminosidade, até sol direto.

Seu cultivo em vasos é feito com sucesso.
É preciso um vaso grande de boca larga (não é preciso profundidade muito grande).

O substrato de cultivo deve ter boa drenagem, feito de composto foliares e casca de coco em pedaços grandes.
Também pode ser cultivada no chão em canteiros, onde a cova de plantio é  feita com bastante elementos drenantes, como fibra de coco, casca de pínus, deixados de molho na água por alguns dias para limpeza dos elementos fitotóxicos que poderiam prejudicar a planta.
Coloque composto orgânico de folhas e plantar sem apertar muito no solo.
Tende a formar grande touceira, que pode ser assim dividida para novas mudas.

Esta operação é feita após a floração com a planta ainda em desenvolvimento. Manter o substrato úmido.
A adubação deve ser feita no final do outono para preparar a planta para a nova floração.
Use adubo NPK formulação 4-14-8, 1 colher de sopa para 2 litros de água (colocar num garrafa PET de refrigerante e sacudir bem).
Após a floração poderá adubar novamente.


Uma dica que atravessa o tempo e era usada pelos antigos cultivadores de orquídeas:

Coloque adubo curtido de galinha num balde de água,deixar por uns 3 dias, coe e regue o substrato das mudas.
Isto adiciona matéria orgânica e seus elementos de micronutrientes necessários a estas plantas oriundas de lugares onde o seu alimento é um adubo natural proveniente dos excrementos de animais e pássaros selvagens, aliados com as folhas mortas que caem das árvores.

Paisagismo:
Cultivada em vasos ou canteiros, com sua floração exuberante é um excelente foco paisagístico para qualquer jardim.

Após a floração mantém suas belas folhas frisadas então não necessita ser retirada do local.





CORYMBORCHIS FLAVA

Espécie terrestre semelhante a uma palmeira, suas folhas laterais são largas e plissadas. As flores surgem nas axilas das bainhas foliares, portam de 3 a 5 flores. Possuem pétalas e sépalas amarelas, labelo trilobado branco e raízes fortes.
Vegetam nas matas ciliares. É encontrado no Rio de Janeiro até o Rio Grande do Sul e Paraguai.






SOBRALIA LILIASTRUM

Espécie terrestre originária da América Central onde formam bastante touceiras, são espécies de tamanho grande e similares às cattleyas. Seus troncos atingem 1 metro de altura e são pouco folhadas. As flores abrem uma após a outra, são branco leitosa e labelo amarelo com 10 cm de diâmetro. Floresce no verão, deve ser cultivada a pleno sol.

Deve-se plantar em buracos profundos para que suas raízes tenham espaços. Não se deve regar durante o inverno.

Segundo o orquidófilo Hugo Albuquerque de João Pessoa, a Sobralia liliastrum já a encontrou na Chapada  Diamantina-Ba e em Pernambuco, em locais serranos e sua área de disseminação é bem ampla em outras regiões do País. Por sorte não é uma planta muito coletada por não ter apelo comercial, talvez por não ser facilmente encontrada, vai sobreviver nos parques estaduais e federais com certa facilidade. Gosta de locais altos e de solo pedregoso, concluí o orquidófilo.


A  Orchis canariensis, é uma orquídea pequena que se encontra em grande quantidade nas ilhas Canárias, alguns a consideram a mais formosa do lugar. Caracteriza-se por ser terrestre e conta com raizes tuberosas que se encontram embaixo da terra de onde saem suas folhas e talos de flores.
Suas flores nascem de fevereiro até março, é bonita por suas espigas com flores pequenas de cor rosa com manchinhas pequenas.




Orchis mascula

A  Orchis máscula, é um tipo de orquidea que cresce na ilha de La Palma, a mesma se distribue naturalmente em várias regies mediterrâneas como na Ásia e Europa central.
Esta planta começa sua floração em março e termina em junho, sendo a cor de suas flores variadas as mesmas e púrpura em distintos tons.


A Epidendrum denticulatum, é uma orquídea terrestre  nativa do Brasil, encontrada desde o Espírito Santo até o Rio Grande do Sul. Seu labelo apresenta-se levemente franjado, lembrando dentes, por isso o nome denticulatum.

Possui flores lilases ou laranja, surgindo de uma haste, e duram muitos meses. Podia ser observada em seu ambiente natural, em Itapoá, Santa Catarina, quando na época, a uns 10 anos atrás ainda via-se muitas delas nos terrenos baldios. Infelizmente a expansão imobiliária reduziu substancialmente sua área e hoje já não existem mais.

A adubação deve ser feita uma vez por semana com NPK 20-20-20 e um pouco de adubo orgânico (torta de mamona, farinha de osso ou húmus de minhoca) a cada dois meses.



A tribo Polychondreae tem políneas de consistência granulosa facilmente divisíveis, e possuem 23 subtribos (poucas espécies ornamentais, entre elas as Cleites, as Vanillas e às Sobrálias). A maioria das orquídeas destas subtribos é de ervas terrestres, raramente epífitas e não possuem pseudobulbos, nem folhas carnosas.









Limodorum abortivum. Torrelaguna (Madrid)



Ophrys scolopax.  (flor dos passarinhos )Almaraz (Cáceres)



Serapias lingua




Serapias lingua

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Galeandra Montana

A orquídea terrestre Galeandra Montana tem uma espécie de bulbo, que rebrota uma vez a cada ano (nesta região de Campo Grande, no final de dezembro ou inícios de janeiro).



Um exemplar de Galeandra Montana no dia 5 de janeiro de 2009.


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O mesmo exemplar, no dia 15 de janeiro.

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Mesmo exemplar e mesma data. Close do botão floral que começa a sair.

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Aspecto em 31/01/2009.

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Aspecto em 02/02/2009.

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Manhã de 03/02/2009, véspera da abertura das flores.

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Em 4 de fevereiro, já com quase todas as flores abertas.

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Um outro exemplar, 1 dia depois, e com cores mais firmes. As Galeandras desse local, pelo que observamos, florescem todas ao mesmo tempo.


galeandra_montana_21
Fruto vingado, no ano anterior, do mesmo exemplar das 3 primeiras fotos, acima.
Fontes :
http://timblindim.wordpress.com/page/38/
http://tillândsias.wordpress.com/2010/07/27/orquídeas-ibéricas/
http://www.blogdejardineria.com/sobre/flores/orquideas-terrestres
http://casabela.wordpress.com/2010/05/24/orquidea-bambu/
http://plantas-ornamentais.com/tag/orquideas-terrestres
http://orquidarioterradaluz.blogspot.com/2008/08/orqudeas-terrestres.html,
http://www.blogdejardineria.com/sobre/flores/orquideas-terrestres
http://www.plantascarnivorasbr.com/forum/viewtopic.php?f=35&t=655&start=70
http://dicas-jardinagem-paisagismo.spaceblog.com.br/489372/Epidendro/
planta sonia
Google Images
Wikipédia

Fotos: Flickr “peregrin@”, “Vinicius Salles Dias”, “nonsmokinjoe57″ e “Marilia Mag”
e Google Images.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

PLEIONE FORMOSANA, A ORQUÍDEA PAVÃO

Peacock orchid


Pleione formosana
Foto de  Stan ShebsPleione formosana


Pleione cresce a partir de um pseudobulbo, que cresce na superfície do solo. Se multiplicam facilmente, formando eventualmente um tapete denso de plantas. Eles saem de dormência no início da primavera, o envio de uma única folha, dobrado cerca de 6 centímetros de altura, e uma ou duas flores grandes.

Você pode  planta-las individualmente, em pequenos vasos,  ou agrupadas em uma grande plantação. As flores são de 3 polegadas de diâmetro e tem lindas pétalas lilás-de-rosa. Sua boca tubular branca tem atraentes franjas, e tem marcas amarelas e marrons dentro. No outono, os pseudobulbos hibernam até a primavera seguinte, quando o show se repete.

A Peacock Orchid é originária de lugares frescos, montanhas enevoadas. Relata-se a tolerar temperaturas na década de 90 (35 °), desde que as noites são frias. A planta não pode prosperar se os dias e as noites estão quentes.


Durante o período de dormência de inverno, os pseudobulbos devem ser movidos para dentro de casa se as temperaturas caem abaixo de zero. As plantas crescem normalmente no chão da floresta, de modo que eles ficam melhor com a luz solar filtrada ou sol da manhã. Protegê-los do sol da tarde.


Elas podem ser cultivadas em uma panela pequena em solo bem-drenado  que é rico em matéria orgânica, como uma parte de solo para 1 parte de perlite. Eles têm um sistema radicular pequeno e deve ser dada regas regulares durante o período vegetativo. 
Acima de cerca de 50% de humidade é recomendada.

Fonte: http://www.strangewonderfulthings.com/187.htm

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Orquídea Dactylorhiza maculata

 http://es.wikipedia.org/wiki/Dactylorhiza_maculata
Orquídea Dactylorhiza maculata
hort.se/photoblog/tag/gothenburg-botanical-garden/

Uma das mais belas orquídeas terrestres que já vi.

Dactylorhiza maculata (L.) Soó

SATIRIÃO-MOLHADO



Família: Orchidaceae



Características gerais: 

Erva vivaz com raízes tuberosas palmadas. Caule com 10 a 65 cm de altura, ereto, mais ou menos robusto ou delgado e meduloso. Com 3 a 10 folhas oblongo-lanceoladas a lineares, geralmente cobertas de pequenas manchas púrpura-anegradas na página superior. Flores esbranquiçadas a lilacíneas, por vezes purpúreas dispostas em espiga compacta e cônica a subcilíndrica, segmentos externos laterais do perianto estreitamente lanceolados, eretos a subpatentes e frequentemente variegados. Pseudofruto é uma pseudocápsula deiscente por fendas longitudinais.

Floração: De Maio a Julho, ocasionalmente em Agosto

Habitat: Lameiros, locais encharcados

Distribuição: Encontra-se no Minho, Trás-os-Montes, Douro Litoral, Beiras, Ribatejo e Alto Alentejo
FONTE: http://www.biorede.pt/page.asp?id=2834

Estas orquídeas terrestres se desenvolvem em solos ácidos e terras alagadas. Os tubérculos têm geophytes. Nestes caules subterrâneos grossos pode armazenar muita água, o que lhes permite sobreviver em condições de seca.

Possuem de 5-12 grandes folhas de oblongo-ovóide a elíptico-lanceoladas, manchado roxo. Eles desenvolvem uma haste  cujo comprimento atinge uma altura de 70-90 cm. As folhas de topo são menores do que as folhas inferiores da haste.

Elas florescem no final da primavera ou início do verão. A inflorescência , cilíndrica, em comparação com o comprimento da planta é bastante curto. Sendo um conjunto compacto com 25-50 flores. Estes desenvolvem a partir de gemas axilares próximas. As cores predominantes são o rosa, salpicado com manchas mais escuras em um modelo com linhas e manchas no centro da parte superior do lábio .

Seu sistema de polinização é entomógamo normalmente, mas por estar desprovida de néctar tem que recorrer ao mesmo mecanismo de atração que tem outras orquídeas, como as do gênero Orchis , que atraem polinizadores  adquirindo a aparência de flores que possuem néctar.

FONTE: http://es.wikipedia.org/wiki/Dactylorhiza_maculata



 Métodos de propagação:
Dividindo rizomas, tubérculos, rizomas ou bulbos (incluindo offsets)

Read more:http://davesgarden.com/guides/pf/go/104094/#ixzz2TZBkrYWp

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Orquídea terrestre: Calochilus robertsonii


photo © contact APII
Foto de Ormay P.
Fonte : http://www.anbg.gov.au/images/photo_cd/OE29M209986/053.html 


Calochilus robertsonii
Fonte da imagem : 
                            http://www.nativeorchids.co.nz/Species/Calochilus_robertsonii.html

Calochilus robertsonii


wood.Calochilus.jpg
Uma espécie mutante da Calochilus robertsonii
Fonte:  http://pandasthumb.org/archives/2009/08/post-35.html
Blog sob Creative Commons License :
http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.5/


Orquídea Pássaro Vermelho (Calochilus robertsonii)

Floração : setembro a início de dezembro.
Tipo de solo: encontrada em solos argilosos pobres, em áreas abertas, entre os arbustos . Labelo com calos arredondados curtos. Barba vermelha.
Orquídea terrestre.

Chega a ter de 15 a 40 cm de altura quando floresce.
As folhas são lineares a lanceoladas.
As sépalas e pétalas laterais são marrom avermelhadas com listas mais escuras. Lâmina brilhante com barba esbranquiçada, malva,  roxa-marrom ou bronze.

A parte superior do labelo ou língua é densamente coberta de glândulas vermelho-púrpura enquanto a parte inferior, longos e grossos cabelos vermelho-arroxeados terminando em uma ponta desencapada, delgada.

Pode florescer com 2 a 10 flores no final de uma haste cinzenta-esverdeada e delgada.
Seu nome se deve a J. G. Robertson que a encontrou e nomeou.
Habitat: regiões da Austrália e Nova Zelândia.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Orquídea Terrestre: Thelymitra circumsepta

http://peonyden.blogspot.com/2010/12/another-sun-orchid-thelymitra.html

Orquídea Nu-Sol (Thelymitra circumsepta)  



A Naked Sun-orquídea (Thelimitra circumsepta) é uma rara orquídea  terrestre que cresce em zonas úmidas em em RBG Cranbourne. A pesquisa do DNA indica que estas plantas são geneticamente diferentes das outras populações de orquídeas isoladas em Vitória. O Gênero Thelymitra possui 97 espécies.

Fonte: http://www.rbg.vic.gov.au/rbg-cranbourne



Habitat
Solos úmidos pantanosos, na floresta ou a céu aberto, podendo ser encontrada a pleno sol, ou meia sombra. Foi encontrada numa área do antigo Condado de Healesville. 

Uso em jardins
A utilização destas orquídeas em jardins não é recomendado, a menos que tenham lá brotado naturalmente, caso em que elas necessitam de ser protegidas. A remoção de orquídeas a partir de arbustos, geralmente, resulta em sua morte e esvazia ainda mais a reserva selvagem restante da população de orquídeas.
Fonte: http://www.yarraranges.vic.gov.au/Residents/Yarra_Ranges_Plant_Directory/
Lower_Storey/Orchids/Thelymitra_circumsepta

Classificação científica

Domínio Eukaryota
Reino Plantae
Divisão Magnoliphyta
Classe Liliopsida
Ordem: Asparagales
Família Orchidaceae
Subfamília Orchidoideae
Tribo Diurideae
Subtribo Thelymitrinae
Gênero Thelymitra

Fonte: Wikipédia


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